Sindicato dos Práticos de Farmácia e dos Empregados no Comércio de Drogas, Medicamentos
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Entre Nós

Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas BS


Assédio aos Direitos do Trabalho

 

O “governo dos trabalhadores” tem “assediado” de forma acintosa os direitos do trabalho. Reformulou para pior o seguro desemprego, abono salarial, auxílio doença, pensão por morte; aprovou a terceirização plena; aumentou as tarifas públicas como a luz, água, transporte, combustíveis, crédito pessoal, crédito imobiliário, taxa de juros, crédito do BNDES, produtos importados, remédios etc; autorizou a redução da jornada com redução de salário, só para citar as medidas enfiadas na goela do trabalhador no primeiro semestre do ano.

 

A frase governamental deste momento histórico é “flexibilização dos direitos trabalhistas”, mas a realidade mostra que a flexibilização não passa de uma precarização das regras tão duramente conquistadas durante o último século de lutas entre o capital e trabalho, dois grupos com poderes econômicos desiguais, onde o mais forte explora de diferentes formas o mais fraco.

 

O objetivo do capital neste momento é um estado descompromissado com os conflitos provenientes das relações de trabalho, para que sejam resolvidos na base do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. A flexibilização das relações de trabalho é na realidade um mecanismo para manter o sistema de exploração e obtenção de lucro fácil para o capital.

 

O movimento sindical e os trabalhadores enfrentam um jogo duro e desleal, pois elegeu o “governo dos trabalhadores” para lutar por seus interesses e não vai aceitar passivamente tal situação. O governo vai se colocar uma situação difícil se não encontrar saídas negociadas para estabilizar a economia, não prejudicando de forma tão ostensiva aos trabalhadores e cidadãos, que estão pagando a conta do governo “gastão”. O resultado disso pode ser imprevisível, tanto nas ruas quanto nas urnas.

 

 

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